segunda-feira, 14 de maio de 2012

Consílio dos Deuses

CONSÍLIO DOS DEUSES 

            Neste belo episódio, Camões destaca o valor dos portugueses, relatando-nos um episódio mitológico, no qual os deuses do Olimpo (deuses da mitologia romana) se reunem em "consílio glorioso" para decidir sobre o destino dos portugueses no Oriente. Não estava em causa a chegada dos portugueses ao Oriente, pois essa já tinha sido determinada pelo destino, tratava-se, sim, de decidir se os deuses ajudariam ou não os portugueses a chegar rapidamente e de um modo seguro à Índia.

            Júpiter, o pai dos deuses, serve-se de Mercúrio, o deus mensageiro, para convocar todos os deuses que vão chegando de todas as partes do planeta. Os deuses sentam-se segundo a hierarquia que dá mais importância aos deuses mais antigos.
            Quando todos os deuses estão sentados nos seus "luzentes assentos", Júpiter inicia o seu discurso, começando por lembrar a todos os deuses que os portugueses eram um povo guerreiro e corajoso que já tinham conquistado o país aos mouros e vencido por diversas vezes os temidos castelhanos. Refere, ainda, as antigas vitórias de Viriato, chefe lusitano, frente aos romanos e, termina o seu discurso, chamando a atenção dos deuses para os presentes feitos dos portugueses que corajosamente, lutando contra tantas adversidades, empreendiam importantes viagens pelo mundo e que, por isso, mereceriam ser ajudados na passagem pela costa africana.

            Baco, o deus do vinho, insurge-se de imediato contra os portugueses, pois sentia uma enorme inveja pela imensa glória que o destino lhes reservava. Na Índia prestava-se culto a Baco, e o invejoso deus temia que os seus seguidores rapidamente o esquecessem com a chegada dos portugueses.

            Vénus, a deusa da beleza e do amor, intervem em seguida, e apoia os portugueses, povo com o qual simpatiza por lhe fazer lembrar os romanos, quer pela língua, semelhante ao latim, quer pela coragem que demonstravam e pelas importantes conquistas que realizaram.

            Após as intervenções de Baco e de Vénus, todos os deuses se lançam numa feroz discussão comparada pelo poeta a uma temível tempestade, até que Marte, o deus da guerra, toma a palavra, e, dirigindo-se a Júpiter, relembra-lhe que era a ele, Júpiter, o pai dos deuses, que cabia a decisão, que, aliás, já estava tomada desde o início e, sublinha ainda, que não se devia dar ouvidos a Baco pois não passava de um invejoso. Marte simpatizava naturalmente com os portugueses por serem um povo guerreiro e também para agradar a Vénus com quem tinha tido no passado uma relação amorosa.
            Após ouvir as palavras de Baco, Júpiter inclinou a cabeça em sinal de consentimento, e desfez a reunião, tendo sido então tomada a decisão de ajudar os portugueses na sua viagem para a Índia.

terça-feira, 8 de maio de 2012

sobre as Proposição, Invocação e Dedicatória n'Os Lusíadas


Proposição:

            Na proposição, o poeta pretende exaltar:

            - “As armas e os barões assinalados”, ou seja, todos aqueles homens cheios de coragem que descobriram, “por mares nunca dantes navegados”, novas terras, indo mais longe do que aquilo que alguém podia esperar de seres não divinos, “Mais do que prometia a força humana”.

            - “Daqueles Reis que foram dilatando”, ou seja, os reis que contribuíram para que a fé cristã se espalhasse por terras que foram sendo descobertas, alargando assim o Império Português.

            - “E aqueles que por obras valerosas”, ou seja, todos os que são dignos de serem recordados pelos feitos heróicos cometidos em favor da pátria e que, por isso, nem mesmo a morte os pode votar ao esquecimento, “Se vão da lei da Morte libertando” pois foram imortalizados.

            Para tal compara os feitos dos portugueses aos de Ulisses, herói da Odisseia de Homero e aos de Eneias, o troiano que, na Eneida de Virgílio, chegou ao Lácio e fundou Roma.

            A proposição funciona como uma apresentação geral da obra, é uma síntese daquilo que o poeta se propõe fazer. Propor significa precisamente apresentar, expor, anunciar, mostrar. O poeta mostra aquilo que pretende ao escrever a epopeia: “Cantando espalharei por toda a parte”. O verbo cantar tem aqui o sinónimo de exaltar, enaltecer ou celebrar, através da poesia,

            se tiver talento para isso, tornarei conhecidos em todo o mundo

            os homens ilustres que fundaram o império português do Oriente

            os reis, de D. João I a D. Manuel, que expandiram a fé cristã e o império português

            todos os portugueses dignos de admiração pelos seus feitos.



Invocação

            Invocar significa apelar, pedir, suplicar.

            Nestas estrofes, Camões dirige-se às Tágides, as ninfas do Tejo, pedindo-lhes que o ajudem a cantar os feitos dos portugueses de uma forma sublime: “Dai-me agora um som alto e sublimado, / Um estilo grandíloco e corrente,” Tratando-se de um pedido, a Invocação assume a forma de discurso persuasivo, onde predomina a função apelativa da linguagem e as marcas características desse tipo de discurso – o vocativo e os verbos no modo imperativo - determinam a estruturado texto:

"E vós, Tágides minhas, (...) Dai-me (...) Dai-me (...)"

            Apóstrofe: A apóstrofe consiste na interpelação ou invocação de alguém ou de alguma coisa personificada, por meio de um vocativo. Repara: para invocar as ninfas, Camões utiliza o vocativo: "E vós, Tágides minhas, (...) Dai-me (...) Dai-me (...)"

            O vocativo pode estar presente numa frase quando se pretende chamar ou invocar alguém, utilizando-se para isso um nome ou expressão equivalente. O vocativo na frase é móvel, pois pode surgir no princípio, no meio ou no fim, mas está destacado por vírgulas.

            Anáfora: A Anáfora é uma figura de estilo que consiste em repetir a mesma palavra no princípio de várias frases ou versos. A forma verbal “Dai-me” (modo imperativo) surge repetida três vezes no início do verso: trata-se da figura de estilo anáfora.



Dedicatória

            A dedicatória é uma parte facultativa da estrutura da epopeia. Camões inclui-a n’Os Lusíadas ao dedicar a sua obra ao rei D. Sebastião. Nessa altura, D. Sebastião era ainda muito jovem e por isso era visto como a esperança da pátria portuguesa na continuação da difusão da fé e do império. D. Sebastião, rei de Portugal de 1568 a 1578, foi o penúltimo rei antes do domínio espanhol (1580-1640). O seu prematuro desaparecimento numa manhã de nevoeiro na batalha de Alcácer Quibir deu origem ao mito sebastianista, um sentimento muito português, que nasceu de uma lenda e que tem povoado o imaginário colectivo do nosso povo, ao longo dos séculos. A lenda sebastianista continua envolta numa rede de incertezas e mitos. Realmente, não é incontestável afirmar que D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer Quibir, a 4 de Agosto de 1578, ainda que essa seja a versão mais pacífica. O médico Mário Saraiva, por exemplo, publicou um estudo intitulado Dom Sebastião - Na História e na Lenda, no qual advoga que o rei não morreu nessa data, apoiando-se em documentos, nos quais se vêem escritas frases como esta: «Era um facto que ninguém vira morrer o rei». De acordo com a investigação de Mário Saraiva, D. Sebastião foi batalhar em Alcácer Quibir por ter sido vítima de uma cilada por parte de Espanha, no fito de levarem o jovem rei à morte, o que abriria caminho à dominação filipina em Portugal, a qual acabou por se concretizar. Segundo Mário Saraiva, a corte filipina chegou a intervir no sentido de os portugueses perderem a batalha de Alcácer Quibir, tentando matar D. Sebastião quando este pelejava em Marrocos. A cilada montada por Espanha não resultou e o rei refugiou-se num ermitério, após a batalha. Quando se apercebeu que tinha sido destronado, apelou ao Vaticano e fugiu para Vicenza, de onde foi expulso em 16 de Dezembro de 1600. Posteriormente, alojou-se em Nápoles, onde foi acolhido pelo conde de Lemos. De acordo com a investigação de Mário Saraiva, a prova está numa directiva do Papa Urbano VIII, de 20 de Outubro de 1630, onde se pode ler: «Fazemos saber que por parte do nosso filho D. Sebastião, rei de Portugal, nos foram apresentadas pessoalmente no Castelo de Santo Ângelo duas sentenças de Clemente VIII e Paulo V, nossos antecessores (...), em que constava estar justificado largamente ser o próprio rei e nesta conformidade estava sentenciado para lhe largar (o trono) Filipe III, rei de Espanha, ao que (este) não quis nunca satisfazer, pedindo-nos agora (que) tornássemos a examinar os processos (...)» Sem dúvida uma versão fascinante, que vem pôr em causa as teses que até agora vigoraram.

            Metáfora: O elogio ao rei está presente em toda a dedicatória, mas é desde logo visível nas primeiras três estrofes, salientando-se as várias metáforas, nomeadamente: “Vós, tenro e novo ramo florescente”, que realça a jovialidade do rei. A metáfora é um recurso estilístico que permite estabelecer uma relação de semelhança sem o uso de elementos específicos de comparação (“como”, “equivalente”, “parecido”, “semelhante”, “igual”).

            Aposto: O aposto é uma expressão que vem imediatamente a seguir a outra, normalmente entre vírgulas e que surge como uma caracterização ou explicação complementar. A expressão “poderoso rei” exerce a função de aposto, pois surge a seguir ao pronome “Vós”, adicionando-lhe uma informação que o torna mais completo.

            Sinédoque: Na caracterização de D. Sebastião, o poeta usa frequentemente a sinédoque – figura de estilo em que se troca a palavra que indica o todo de um ser por outra que indica apenas uma parte dele: “Vós, ó novo temor da Maura lança,” Embora só se refira à lança, o poeta pretende designar todo o exército de mouros.

fonte

segunda-feira, 7 de maio de 2012

personagens no Auto da Barca do Inferno


personagens
símbolos cénicos
classes ou grupos sociais / profissionais
pecados / virtudes
argumentos de defesa
percursos cénicos
destinos atribuídos
Fidalgo
- Pajem – simboliza a tirania e o desprezo pelos mais necessitados
- Cadeira – simboliza poder, o seu estatuto social
- Manto – simboliza a sua riqueza e vaidade (presunção)
fidalgo nobreza
- Vaidoso
- Infiel
- Presunçoso
- Tirano
- Não ajudava os outros
Acusações
- Viveu a seu belo prazer
- Foi tirano
- Desprezou e não ajudou os mais fracos
- Foi vaidoso
- Foi infiel
Gil Vicente pretende:
- Acusar a Nobreza de tirania e desprezo pelos mais necessitados
- Denunciar a infidelidade conjugal
- Demonstrar a vaidade e presunção dos nobres
- Deixa na outra vida, quem reze por ele
- Morreu sem estar à espera, sem contar
- É Fidalgo de solar (condição social – nobre)
Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo
Inferno
Onzeneiro
- Bolsão: simboliza a sua ganância/ avareza/ ambição desmedida/ o apego ao dinheiro
Onzeneiro/ nobre
- Pecador
- Ladrão
- Usuário
- Rico
Acusações
- Roubar, através dos Juros elevados
- Ter o coração cheio de pecados (ambição, maldade)
Gil Vicente pretende:
- Criticar a prática da usura, denunciando o enriquecimento rápido e fácil à custa dos mais necessitados
- Fazer ver às pessoas que o dinheiro que tem não lhes vale de nada, quando morrerem o importante é as boas acções que fizeram.
- Tem muito dinheiro em terra e poderá pagar a passagem
- O bolsão está vazio
Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo

Inferno

Parvo
Não tem
Parvo/ povo

- Malcriado/ grosseiro
- Inconsciente
- Simples
- Humilde
- Cómico/ engraçado
Acusações
Não é acusado
Gil Vicente pretende:
- Enaltecer os pobres de espírito que, graças à sua simplicidade e humilde obtêm a misericórdia divina
* A função desta personagem é fazer rir e vai acusar as personagens que estão para chegar.
Como não é acusado, não precisa de se defender.

Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo (fica no cais)





Fica no cais

Sapateiro
- Avental / formas dos sapatos – simbolizam a sua profissão e os seus pecados

Sapateiro/ povo

- Mentiroso
- Ladrão
- Falso religioso
- Malcriado
- Hipócrita
- Trocista
Acusações
- Roubou o povo
- É mentiroso
- Não viveu honestamente
- Foi excomungado
Gil Vicente pretende:
- Denunciar a exploração dos indivíduos da mesma classe
- A hipocrisia daqueles que praticam, sem fé, os diferentes actos religiosos.
- Morreu confessado e comungado
- Ouviu muitas missas
- Deu esmolas à igreja
- Assistiu à hora dos finados

Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo

Inferno

Frade
- Broquel/ capacete/ espada – simbolizavam o apego aos prazeres e vícios mundanos
- Hábito – Condição sacerdotal (classe social – clero)
- Florença – quebra dos votos de castidade, a sua imoralidade e infidelidade a Deus

Frade/ clero

- Alegre
- Bem-disposto
- Convencido
- Vaidoso
- Exibicionista
- Namoradeiro
- Infiel a Deus
- Mundano
Acusações
- Não cumpriu na totalidade as leis religiosas
- Quebrou os votos de castidade ao folgar com uma mulher
- Dedicava-se aos prazeres mundanos
Gil Vicente pretende:
- Criticar os membros do clero que não viviam em conformidade com os preceitos religiosos/ cristãos
- Denunciar a contradição entre os actos praticados e os valores morais que o clero devia assumir.
- Rezou muitos salmos
- (“Este hábito não me vale”)
- Dizia que foi muito importante
- Era bom esgrimista
Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo

Inferno

Alcoviteira
- Raparigas/ jóias/ Roupas/ estrato de cortiça/ casa movediça/ cofres de enleios/ armários de mentiras/almofadas/ frutos alheios - simbolizavam a sua actividade profissional e seus pecados (imoralidade, mentira, roubo)
Alcoviteira/ povo

- Imoral
- Mentirosa
- Ladra
- Fingida
- Hipócrita
Acusações
- Viveu “santa vida”
- Desencaminhou as raparigas
- Roubou e mentiu
Gil Vicente pretende:
- Criticar a prática da prostituição e seus agentes
- Denunciar a quebra dos votos de castidade dos membros do clero
- Serviu o clero (criava as meninas para os Cónegos da Sé)
- Foi martirizada, castigada e suportou tormentos
- Considerava-se “angelada” (protegeu as raparigas)

Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo
Inferno

Judeu
Bode – simbolizava o seu fanatismo religioso

Judeu/ povo

- Corrupto
- Avarento
- Fanático pela religião
- Malcriado
- Teimoso
- Persistente
Acusações
- Praticou o Judaísmo
- Tentou subornar os outros
- Não respeitou os dias de jejum e abstinência
- Profanou os locais sagrados
Gil Vicente pretende:
- Denunciar o fanatismo religioso dos Judeus e apego ao dinheiro
- Condenar a teimosia dos Judeus que recusavam em aceitar a salvação, representada em Jesus Cristo
- Não se defende, pois se o Judaísmo era a sua religião, era essa que ele tinha que respeitar

Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo

Inferno

Procurador / Corregedor
- Processos/ Vara/ Livros – simbolizavam a actividade profissional e os pecados (processos mal conduzidos, os subornos)

Corregedor – juiz
Procurador - advogado

- Corrupto
- Altivos
- Presunçosos
- Desonestos
- Mentirosos
- Falsos religiosos
- Injustos
- Parciais
Acusações
- Aceitar subornos
- Não ajudar os mais necessitados
- Mentirosos e injustos
- Enriquecem à custa dos outros
- Deixou-se corromper
- Não julgar com imparcialidade
- Não confessou os pecados todos
Gil Vicente pretende:
- Denunciar a prática fraudulenta da justiça e a corrupção de todos os agentes envolvidos nos processos judiciais
- Atingir todos os que se vão confessar e que ocultam os pecados mais graves.
- Quem aceitou os subornos foi a mulher
- Espera em Deus
- Confessou-se
- Agiu com justiça

Cais – Barca do Diabo – Barca do Anjo – Barca do Diabo
Inferno

Enforcado
- Corda – Representa a forma como o Enforcado morreu e a crítica aos oficiais da Justiça que condenavam injustamente

Enforcado/ povo

- Ingénuo
- Influenciável
- Surpreso
Acusações
Não existem
Gil Vicente pretende:
- Denunciar a cumplicidade dos altos funcionários da corte (Garcia Moniz) e dos criminosos.
Não existem

Cais – Barca do Diabo
Inferno
4 cavaleiros
- A Cruz de Cristo/ Os escudos/ as espadas – Simbolizam a fé e a luta em nome de Deus


Quatro Cavaleiros

- Confiantes
- Verdadeiros cristãos
- Corajosos
- Lutadores
- Orgulhosos na sua missão
Acusações
Não existem
Gil Vicente pretende:
- Transmitir a ideia de que só é verdadeiramente salvo aquele que viver uma vida dedicada a Cristo, desprendida de bens materiais
Não existem

Cais – Barca do Anjo

Céu




quarta-feira, 7 de março de 2012

San Macaio,San Macaio deu à costa
Ai! deu à costa
Na cidade de Vila Nova de Famalicão
Toda a gente, toda a gente se salvou,
Ai! se salvou
Só morreu um cão.

San Macaio,San Macaio deu à costa
Ai! deu à costa
Na baixa de Lisboa
Toda a gente, toda a gente se salvou,
Ai! se salvou
Só morreu a patroa.

San Macaio,San Macaio deu à costa
Ai! deu à costa
Na Baixa da Banheira
Toda a gente, toda a gente se salvou,
Ai! se salvou
Só morreu uma freira

San Macaio,San Macaio deu à costa
Ai! deu à costa
Num jardim de Lisboa
Toda a gente, toda a gente se salvou,
Ai! se salvou
Só ficou uma pessoa

terça-feira, 18 de outubro de 2011

As turmas estão organizadas em grupos de trabalho, por isso basta que o texto seja lido uma vez por todos e que se mantenha projetado durante toda a aula.

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9º ano (dia 18 às 14:55)

depois de leres este texto, reescreve-o em poema (em grupo). 
1. Cria uma estrofe para cada parágrafo.
2. Em cada estrofe tem de haver pelo menos dois versos a rimar.
3. Em cada estrofe tem de estar presente uma figura de estilo diferente de todas as que estudaste nas páginas 271 e 272.
4. No fim do texto acrescenta uma nota onde digas quais as figuras de estilo que estão presentes e onde.
5. o TPC é publicar o trabalho no blogue com a etiqueta LP

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8º ano (dia 19 às 10:20)


depois de leres este texto, reescreve-o em poema (em grupo).
1. Cria uma estrofe para cada parágrafo.
2. Em cada estrofe tem de haver pelo menos dois versos a rimar
3. Em cada estrofe tem de estar presente uma das figuras de estilo que estudaste na página 217.
4. No fim do texto acrescenta uma nota onde digas quais as figuras de estilo que estão presentes e onde?
5. o TPC é publicar o trabalho no blogue com a etiqueta LP

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7º ano (dia 19 às 08:30)

depois de leres este texto faz os seguintes exercícios (em grupo)
1. Inventa um texto que acabe com o mesmo provérbio (nunca menos de 200 palavras).
2. Pensa noutro provérbio e escreve um conto que finalize com ele mesmo (nunca menos de 200 palavras).
3. o TPC é publicar o trabalho no blogue com a etiqueta LP




Bom trabalho e boa criatividade